quarta-feira, 16 de julho de 2008

28º PRÊMIO NACIONAL DE RELAÇÕES PÚBLICAS

Convidamos os profissionais de todo o País a inscreverem seus cases para participar da premiação dos 28 anos do POP


O Prêmio Nacional de Relações Públicas - POP foi criado pelo CONRERP – Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas 2ª Região - SP/PR em 1979, tendo sua primeira edição oficial no ano de 1980, com o nome de Prêmio Opinião Pública. Nestes 27 anos de premiações, o POP contemplou cerca de 200 cases em diversas categorias.
Nesta 28ª edição, o POP renova-se uma vez mais e apresenta-se perante a comunidade de profissionais de comunicação com o nome que além de melhor defini-lo o caracteriza de forma total e abrangente – PRÊMIO NACIONAL DE RELAÇÕES PÚBLICAS. Esta mudança visa consolidar a sua natureza nacional, ao reafirmar o caráter sistêmico do CONFERP – Conselho Federal de Profissionais de Relações Públicas, bem como a sua vocação de maior prêmio profissional de Relações Públicas do Brasil, sempre em consonância com a realidade profissional do país.
Além de premiar profissionais, organizações e agências, o POP 2008 prestará homenagens àqueles que contribuíram e ainda contribuem com o desenvolvimento das Relações Públicas em âmbito nacional, sob a chancela do CONFERP.
Assim, convidamos os profissionais de todo o País a inscreverem seus cases para participar da premiação dos 28 anos do POP e concorrer a esta relevante distinção das Relações Públicas no Brasil.




Comentário:
Caros colegas maiores informações sobre a incrição e regulamentação na página do Sistema CONFERP http://www.conferp.org.br

Um abraço
Maria Amélia







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quinta-feira, 10 de julho de 2008

Campanha para salvar o site Domínio Público uma biblioteca digital com mais de 732 obras!

Caros leitores,

Hoje trago para vocês uma dica cultural, um site que contém livros, mp3 e muita cultura. Que infelizmente por falta de acessos está com os dias contados. Seria um absurdo perdermos essa biblioteca digital, desenvolvida em software livre, que está prestes a ser desativada por falta de acessos.

É o site Domínio Público www.dominiopublico.gov.br disponibilizado pelo Ministério da Educação.

Lá vocês podem gratuitamente:

· Ver as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci ;

· escutar músicas em MP3 de alta qualidade;

· Ler obras de Machado de Assis Ou a Divina Comédia;

· ter acesso às melhores historinhas infantis e vídeos da TV ESCOLA

· e muito mais....

Só de literatura portuguesa são 732 obras! Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por desuso já que o número de acesso é muito pequeno. Vamos tentar reverter esta situação, divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela leitura.

Entre nessa campanha. Acesse esta maravilha e divulgue na sua rede.

Um abraço

Maria Amelia

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sexta-feira, 4 de julho de 2008

O Muro - Por Luciano Pires

Caros leitores!
Como já sabem sou uma eterna preocupada com a opinião sobre a imagem de nosso querido País. Não é de hoje que combato a mentira, que procuro conscientizar a população sobre os problemas que envolvem a nossa política. Hoje após ler os muitos emails que recebo obtive a permissão para publicar o artigo O MURO escrito pelo jornalista Luciano Pires e publicado no O CAFÉ BRASIL do dia 03/7/2008. Obrigada Luciano por mais este texto maravilhoso!
Desejo a todos uma excelente reflexão!
Um abraço
Maria Amelia Cruz

O MURO

No auge da Guerra Fria, em 1961, a Alemanha foi dividida em duas. De um lado a República Federativa Alemã, controlada pelo bloco liderado pelos Estados Unidos. De outro a República Democrata Alemã, controlada pelo bloco liderado pela União Soviética. Aliás, veja como eles adoram manipular palavras: os socialistas/comunistas chamavam-se de democratas enquanto fuzilavam quem tentava passar de uma Alemanha para a outra...
E um dia construíram um muro. O Muro de Berlim. Que permaneceu em pé por 28 anos, como um monumento à vergonha. Quando o Muro de Berlim caiu, em novembro de 1989, o mundo começou a experimentar mudanças fundamentais. Era o fim da guerra fria e o começo do fim da poderosa União Soviética. O capitalismo triunfara sobre o comunismo/socialismo, que assassinou mais de 100 milhões de pessoas em nome de um “futuro perfeito”.
Depois que o muro caiu, milhares de empresas que atuavam no lado socialista foram colocadas à venda e muita gente interessou-se por comprá-las como estratégia para penetrar em novos mercados e utilizar mão-de-obra de baixo custo. Na época a empresa na qual eu trabalhava mandou alguns executivos para conhecer as oportunidades. Uma das fábricas ofertadas era de eixos cardan em Berlim Oriental. O Sidney, grande amigo meu e responsável pelas fábricas de cardans no Brasil, foi convocado para ir até lá avaliar a fábrica. Quando voltou, estava impressionado. Lembro-me quando me contou que, ao cruzar pelo que era a antiga fronteira entre as alemanhas, ficou chocado. As árvores haviam desaparecido. Não havia pássaros. Nem cachorros. O solo estava escurecido, impregnado de óleos e todos os tipos de poluentes. Tudo era cinza, numa desolação só, criando um quadro de abandono e degradação. O homem havia destruído a natureza naquela região.
O Sidney me contou que um dos altos executivos da empresa à venda ostentava com todo orgulho seu maior patrimônio: um conjunto de canetas coloridas que trazia no bolso. É que, quando o muro caiu, como milhares de alemães que cresceram sob as baionetas do socialismo/comunismo, o tal executivo cruzou a fronteira para conhecer a Berlim capitalista. Perambulou por horas, fascinado diante de vitrines com comidas, roupas e objetos que ele nem sabia que existiam. Como ele, milhares de outras pessoas invadiram as ruas capitalistas como um exército de zumbis. Estavam diante de um mundo desconhecido. O sujeito dormiu num banco de praça. Comprou o conjunto de canetas e retornou para casa fascinado. Ali começou o renascimento do que tinha sido a Alemanha Oriental socialista.
O que mais me impressionou nessa história foi a descrição de como a natureza foi destruída na região. De como tudo era cinza e sombrio. De como levaria anos até que o solo fosse descontaminado. Um caos ecológico.
Reverter esse quadro custou muito dinheiro, recessão e inflação para a Alemanha Ocidental que teve que elevar o padrão de vida dos habitantes da Alemanha Oriental, num esforço sem precedentes na história. Graças à Alemanha capitalista, não só a dignidade humana foi recuperada, mas também o meio ambiente e as expectativas de vida que haviam sido destruídas pelo socialismo/comunismo.
Por isso não entendo como ainda damos ouvidos ao discurso mentiroso dos esquerdistas que usam a defesa do meio ambiente como arma ideológica. Essas pessoas representam exatamente os regimes que mais destruíram e destroem a natureza, suprimem as liberdades individuais e usam a mentira como estratégia!
Mas neste mundo que emburrece a cada dia, a história nunca serve de lição.
Preferimos ser enganados.
Luciano Pires
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O podcast de hoje abre com o filósofo chinês Confúcio que um dia disse assim “Quem, revendo o antigo, aprende o novo, pode ser considerado mestre”. O programa vai tratar de reminiscências, daquelas coisas que a gente começa a ter em quantidade quando fica mais velho, sabe? Até um velhinho muito simpático, Mário Quintana, dá o ar da graça. Na trilha, também Jessier Quirino, Caetano Veloso, Cesar Brito, Trio Carapiá, Sérgio Reis, Luciana Rabelo, Gerli e Haroldo Goldfarb.
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