terça-feira, 17 de agosto de 2010

As Eleições e as Relações Públicas

Fonte: Inovação e Sustentabilidade - Boletim Eletrônico do CONFERP - nº 004 - 17 de agosto de 2010

As eleições e as Relações Públicas

“Todo homem tem direito à liberdade de opinião e expressão. Esse direito inclui a liberdade de, sem interferências, ter opiniões e de procurar receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras.” (Artigo XIX da Declaração de Direitos Humanos)

Estão ai as eleições. Todo o cidadão brasileiro tem compromisso com a democracia – votar e ser votado. Dê uma olhada no mapa da América do Sul. Tente chegar à conclusão em relação ao número de países nos quais temos a democracia praticada de forma satisfatória. Nos quais impere a liberdade de opinião e expressão. Você vai descobrir que no continente há uma febre de autoritarismo, de tiranismo, do uso da máquina governamental para se perpetuar no poder, auferindo todo o proveito que ele pode oferecer.

Nos países em que se notam mais evidentes a contraposição a democracia, ocorreram tentativas reiteradas de intervencionismo das mais diferentes formas, começando geralmente com pequenas restrições a liberdade, desafio a justiça e as leis, intervenção de governos em veículos de comunicação, ou algum tipo de controle sobre os mesmos, privilégio a grupos de pessoas em detrimento dos demais cidadãos. Isto tudo ocorrendo sem reação do povo e dos poderes responsáveis pela manutenção da legalidade, que deveriam tomar posições drásticas contra tudo que ameace a democracia, a liberdade de expressão.

No caso da atividade de Relações Públicas os desafios e as ofensas a democracia, são desafios e ofensas a própria atividade. A liberdade de pensar, informar e se comunicar sofrendo restrições e limitações interferem na atividade de Relações Públicas. Se desaparecer a democracia as Relações Públicas a seguirão e desaparecerão.

É por essa razão que o Código de Ética do Profissional de Relações Públicas diz: “Art. 28 – Defender a livre manifestação de pensamento, a democratização e a popularização das informações e o aprimoramento de novas técnicas de debates é função obrigatória do profissional de Relações Públicas.”

A liberdade de um povo, definida e delimitada por ações e leis coerentes com a democracia, é um valioso tesouro que o povo descobre e valoriza, só depois de perdê-la.

Certo é que as pessoas que lutam contra a liberdade são aquelas que querem ter a liberdade no sentido contrário ao interesse do povo. Querem impor ao povo as suas vontades da forma que melhor entendam, sem questionamentos e sem restrições do uso do poder. Essas pessoas acreditam que somente elas sabem o que é melhor para um povo, uma nação. Elas acreditam que são todas poderosas, estão acima do bem e do mal. São pessoas mentalmente desajustadas. É desta argamassa que surgem os ditadores. Desrespeitam não só as leis e a liberdade. Desrespeitam as pessoas na sua integridade mental, moral e física. Isto redunda em sofrimentos para o povo, distribuição da pobreza e concentração de riquezas nas mãos de pessoas privilegiadas, que controlam o poder.

Volte novamente o seu olhar para o mapa da América do Sul e veja em quantos países isto está acontecendo, em maior ou menor grau. Coloque sua consciência para pensar e analisar.

O ideal seria que o voto de todo o cidadão tivesse em vista privilegiar o respeito à liberdade e ao fortalecimento da democracia. Junte a isto a confiança necessária nas pessoas escolhidas para conduzirem o estado e a nação e que, queiramos ou não, vão influenciar a vida do povo de alguma forma, para o bem, ou para o mal. Esta confiança deveria visar os interesses maiores da nação e não interesses pessoais.

João Alberto Ianhez

Presidente - CONFERP

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sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Conselhos profissionais tratam do uso dos recursos públicos





Conselhos profissionais tratam do uso dos recursos públicos

















Representantes dos conselhos regionais de Agronomia, Medicina Veterinária, Medicina, Odontologia, Química, Fonoaudiologia, Nutrição, Relações Públicas, Ordem dos Advogados, Administração e Fisioterapia se reuniram na quinta-feira (12), na Câmara de Defesa da Sociedade do Forúm dos Conselhos Regionais das Profissões Regulamentadas para tratar do Observatório Social, proposta que visa a fiscalizar a aplicação dos recursos públicos. A intenção é que o Fórum, representado por 26 conselhos no estado e por mais de 500 mil profissionais, defenda a sociedade observando o uso das verbas, inicialmente nos municípios e, mais tarde, no estado. Este modelo, embora já em prática em alguns municípios, está em fase final de elaboração do projeto. Ao término da reunião, o presidente do CRMV-RS e secretário-geral do Fórum, Air Fagundes, sugeriu que a Câmara, em futuras reuniões, traga para questionamento a situação atual da Lei 11.000 (anuidades) que está em andamento na Câmara Federal e que se discuta também o tema Gestão da Comunicação. Este segundo item, como instrumento facilitador do processo burocrático dos Conselhos, levará à racionalização do trabalho e melhoria do intercâmbio com órgãos que fazem auditorias nas autarquias de fiscalização do exercício profissional.



Fonte: http://www.crmvrs.gov.br/info414.html#CONSELHAO

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segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Promoção Atelier MC

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